sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Quem faz o que na Síria e por que

10/2/2018, Ghassan Kadi, The Vineyard of the Saker


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu






Parece que cada vez que chega ao fim um capítulo na guerra contra a Síria, novo fator vem à tona. Como aconteceu antes na guerra civil 1975-1989 no Líbano, e que começou com um confronto entre a Organização de Libertação da Palestina, OLP, e a milícia falangista libanesa de direita, e acabou com o Líbano invadido por Israel, a guerra contra a Síria é hoje guerra completamente diferente da que começou há sete anos.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Israel desrespeitou limites na Síria (claro que deve preparar-se para levar um tranco), por Elijah J. Magnier

11/2/2018, Elijah J. Magnier (de Damasco), Blog


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu




Autoridades que tomam decisões em Damasco disseram que “Síria e aliados decidiram agir com mais firmeza contra Israel, reproduzindo a bem-sucedida estratégia do Hezbollah em outros tempos (anos 90s), antes de os israelenses se retirarem do Líbano. A cada violação do espaço aéreo libanês sobre a capital Beirute, o Hezbollah atacava, com artilharia pesada, cidades israelenses ao longo da fronteira Líbano-Síria”.

“O comando sírio e seus aliados decidiram impor nova regra de engajamento a Israel: a cada violação do espaço aéreo sírio, Damasco responderá com mísseis contra áreas habitadas de Israel ao longo das colinas do Golan. Não temos intenção de atingir qualquer alvo em especial. Apenas que, se nos atacarem, nenhum israelense terá paz nas fronteiras e na área de tiro dos nossos mísseis. Que se abriguem. Acontecerá todas as vezes que a força aérea de Israel violar a soberania síria” – dizem fontes bem informadas.

domingo, 11 de fevereiro de 2018

Se for atacada, Síria está pronta para guerra contra Israel: mudaram as regras de engajamento, por Elijah J Magnier



Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu




A defesa aérea de Damasco derrubou seu primeiro jato israelense (F-16) de toda a história, num ataque que muda as regras de engajamento [ing. rules of engagement (ROE)] com Israel e envia mensagem clara de que o país está pronto para a guerra e não continuará inerte ante violações de seu espaço aéreo.

Como opera o Império

1/2/2018, Entrevista com Laleh Khalili,* ViewPoint Magazine


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu



Viewpoint (VP): Como você entende o imperialismo? Ainda é conceito útil? Que parâmetros analíticos lhe parecem mais adequados para compreender as relações de força no plano internacional?

Laleh Khalili (LK): Acho que em termos muito crus, compreendo o imperialismo moderno como o desejo de tornar o mundo mais seguro para os movimentos do capital (dominado especialmente por capitalistas que têm base nos EUA e em estados aliados dos EUA), também pela força das armas, se necessário. Por mais que muito se ouça sobre o capital não ter pátria, ainda acho, sim, que há mais meios e modalidades de poder imperial que emanam do Atlântico Norte e dos EUA mais especificamente; e que países como a China ainda terão de caminhar muito para igualar. As infraestruturas legais e jurídicas necessárias aos negócios, regras de comércio e contabilidade, regulações para o comércio e os investimentos, e trilhas para a finança são praticamente todas definidas por instituições estabelecidas no Atlântico Norte. Essas instituições são protegidas por cortes de arbitragem, medidas financeiras punitivas e várias outras modalidades de controle hegemônico.

Putin repensado: The Saker analisa palestra do Prof. Stephen F. Cohen

8/2/2018, The Saker - Unz Review e The Vineyard of the Saker


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu



Tive recentemente o prazer de assistir a uma breve palestra do Professor Stephen F. Cohen intitulada "Putin Repensado" [ing. Rethinking Putin] (no cruzeiro anual de estudos de Nation dia 2/12/2017 (aqui o artigo de Nation e aqui o vídeo). Embora em fala rápida, o Professor Cohen faz trabalho soberbo, explicando o que Putin *não é*. Adiante uma parte da lista do que Putin *não é* (mas, por favor, assistam ao vídeo antes de continuar).

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Emmanuel Macron: o liberalismo autoritário, por Jean-Luc Mélenchon

30/1/2017, Jean-Luc Mélenchon, L'Ère du Peuple


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu




"Verdadeiro liberal". Assim a esfera midiática descreveu e consagrou Emmanuel Macron na fase de acesso ao poder. Significava que Macron aproveitaria uma política econômica de inspiração patronal, mas seria vigilante e aberto às liberdades públicas e individuais. Esse é o maior e mais grave mal-entendido do momento político. 

Os meses decorridos só mostram uma realidade: o liberalismo econômico nada acrescenta à liberdade. Já não pode acrescentar coisa alguma à liberdade. O liberalismo econômico atropela a liberdade. Não apenas porque assim o deseje, mas porque não pode fazer diferente. Por baixo desse tema há raízes profundas. Mas o contexto acrescenta uma especial violência ao código genético.

sábado, 3 de fevereiro de 2018

O "Memorando": Provas falsas, forjadas por autoridades Democratas-Obama-Killaryistas, enganaram o Tribunal FISA, para 'legalizar' a espionagem contra a campanha de Trump

2/2/2018, Moon of Alabama


Donald J. Trump‏ Conta verificada TWITTER @realDonaldTrump 9 h  [Aqui traduzido]
Algumas altas autoridades e investigadores do FBI e do Departamento da Justiça politizaram o sagrado processo investigativo para favorecer Democratas contra Republicanos – algo que seria impensável há alguns anos. Funcionários não nomeados e sem responsabilidade de comando são gente séria.
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"Se Trump e os Republicanos jogarem corretamente 
com as (ótimas) cartas que receberam hoje, estão desde já reeleitos para o segundo mandato" 
[Moon of Alabama, 2/2/2018].

Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu


Ao longo do mês passado, inimigos políticos do presidente Trump dos EUA e o FBI e Departamento de Justiça tentaram alucinadamente impedir a divulgação de um memorando redigido pela Comissão de Inteligência da Câmara de Deputados controlada pelos Republicanos.